Eu, às vezes, procuro explicação para tantas coisas, como se a razão de ser dos fatos pudessem me fazer processar melhor o que ocorreu, o que ocorre. Talvez, eu tenha cede em dar credibilidade, quero acreditar que existe uma explicação, racional, razoável, que justifique e assim eu possa desculpar e voltar a acreditar, mesmo que isso não implique em conviver. Talvez, porque a frase que falta a ser dita, eu acredite que possa calar o que ainda me incomoda. Talvez, compreender o porque facilitasse. Mas eu nunca vou ter uma resposta, não uma resposta sincera, e cada vez que mentiras se amontam mais fica dificil compreender. No fundo, eu sei que o silêncio e auto-explicavel...e que a perversidade humana existe, em um grau inimaginavel, e sem muitos porques, pelo simples prazer de sentir um simples prazer em sei la o que...isso porque ha pessoas que sentem prazer nas coisas mais estapafurdias e ruins. Mas, pensando bem se nao fosse o mundo nao seria o mundo que a gente conhece, e as pessoas nao seriam as pessoas que a gente convive, porque tem o ladrao, o traidor, mas é que a gente quer acreditar, no fundo, a gente quer acreditar no amor, porque ele existe, em algumas pessoas, e em alguns lugares...
Iris, com insonia.
Pensando: Não precisa mentir assim...
Iris, com insonia.
Pensando: Não precisa mentir assim...
Esta postagem me faz lembrar o filme "O Dia em que a Terra Parou", que faz um ensaio sobre um dia em que uma civilização mais adiantada que a nossa, que supostamente é responsável por cuidar das demais que são inferiores, manda uma espécie de robô para nos aniquilar da face da terra, por termos feito tanto mal a ela e a nos mesmos. Em suma, Keanu Reeves - quem havia sido enviado para tal missão - se vê diante de um dilema: a humanidade é perversa ao ponto de levar o mundo quase a aniquilação mas também é capaz de atitudes extremas e boas para, em última instância, reverter o quadro. O emissário da civilização superior logicamente se embaralha diante destes extremos e o resto é SPOILER.
ResponderExcluirMeu abraço.